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Projeto apoiado com recursos da Lei Emergencial Aldir Blanc nº 14.017/2020

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Projeto apoiado com recursos da Lei Emergencial Aldir Blanc nº 14.017/2020   Premiado pelo EDITAL N°03/2020 PARA PREMIAÇÃO DE INICIATIVAS ARTÍSTICAS E CULTURAIS – CONTEÚDOS VIRTUAIS CULTURAIS DA CIDADE DE UBATUBA , INSCRIÇÃO N° 51 O blog Casa Mirim surgiu da necessidade de realizar diálogos sobre educação e cultura em um período de tantas mudanças como o ano de 2020. A premiação incentiva para que possamos continuar. Agradecemos todos os envolvidos. Governo Federal, Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura, Prefeitura Municipal de Ubatuba, FUNDART e Fundo Municipal de Cultura . #leialdirblancubatuba #transparencialeialdirblanc                 

Aldir Blanc, um cara genial

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  #leialdirblancubatuba #transparencialeialdirblanc Apoiado com recursos da Lei Emergencial Aldir Blanc nº 14.017/2020 - Projeto Aprovado nº 51-  Edital n° 03/2020 Premiação de Iniciativas Artísticas e Culturais - Conteúdos Virtua is /2020 Aldir Blanc Mendes (1946-2020), nasceu no Rio de Janeiro, formou-se em Medicina e atuou como psiquiatra por um curto período de sua vida. Compositor desde os 18 anos, não tardou a se dedicar exclusivamente à música e à produção de crônicas.   Firmou parceria com o mineiro João Bosco. Juntos, criaram verdadeiras joias em forma de canção. A mais conhecida delas tornou-se o que viria a ser informalmente considerado o Hino da Anistia – “O bêbado e a equilibrista”, imortalizada em gravação feita por Elis Regina. Muitas outras viriam, assinadas pela dupla, a começar por “Agnus Sei”, “ Bala com Bala” e “ Dois pra lá, dois pra cá”. Ao saber da morte de Aldir, João Bosco assim se manifestou: “ Fomos amigos novos e antigos. Mas sobretudo ...

PARA O PROFESSOR ISMAEL GUARANI KAIWOÁ, NOSSO MUITO OBRIGADO

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 PROFESSOR NOTA 10        Autora: Lauranice Fiorim                                            Foto: Lauranice Fiorim      A dança está presente nos rituais, festas, comemorações dos índios Guarani Kaiwoá. Danças tradicionais, danças contemporâneas. Velhos e jovens, todos gostam de dançar. A dança festeja, alegra, une as aldeias.     Ismael Moreira em 2006 era professor de Educação Física, da Aldeia Amambai, etnia Guarani Kaiwoá , no Estado do Mato Grosso do Sul, área de 3,4 metros quadrados por indivíduo onde vivem 7 mil índios. (Dados site ISA) Ismael percebeu que a dança poderia ser um recurso pedagógico importante para aproximar, preservar e trazer conhecimento da cultura indígena guarani para os jovens da aldeia. O professor e seus alunos se reuniam em frente à sua casa, embaixo de uma árvore, tomando o tradicional ...

Resíduos no âmbito pedagógico - Como ensinar em casa?

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  Parte 1 – Resíduos orgânicos Ana F. Barros e    Renata P. Antunes Hoje, 19 de setembro, ocorre o Dia Mundial da Limpeza (World Cleanup Day) . Essa ação, em que voluntários se mobilizam para realizar a limpeza de praias, rios, praças e ambientes em que vivem, acontece desde 2008. Em 2019, envolveu 20 milhões de pessoas e 180 países. Nesse ano, em que as atividades relacionadas à mobilização do Dia Mundial da Limpeza também ocorrerão em nossas residências, a Casa Mirim inicia uma série de textos que abordam a educação ambiental. A nossa busca é contribuir no apoio às famílias, com crianças em idade escolar, que queiram transformar hábitos e orientar seus filhos em relação aos resíduos. Iremos falar um pouco sobre os “ Resíduos Orgânicos no âmbito pedagógico- como ensinar em casa? ”. Quando falamos em educação ambiental, assim como qualquer temática relacionada à educação, por estarmos vivendo em uma pandemia, é preciso mais do que refletir, é indispensável agir e...

O lobo mau não pode ser invisível

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  Ao receber de muitos colegas educadores e pais o artigo de Julián Fuks, “ Sobre a tristeza das crianças e a urgência de priorizar as escolas”, a primeira coisa que me marcou, foi a clareza do bom e velho ponto de vista. Sugiro que, ao iniciar essa leitura, você pare e reflita: “Quem sou eu no artigo do escritor? ”. Aqui, falarei apenas da reflexão trazida, deixando de lado a desigualdade social e tantas outras realidades do país, que se tornam indisfarçáveis com a chegada da pandemia. Ousadia a minha, educadora e mãe, citar o artigo do escritor, mas não é tempo de ficar em silêncio, como ele mesmo diz. É um momento de “discutir questões importantes”. Quando falamos de nossos filhos, da cautela para levá-los a um coletivo como a escola, pensamos: “Se ocorrer o pior em minha família, a baixa probabilidade de morte entre as crianças passará a 100% no núcleo que frequento; melhor esperar a vacina. “ Quando citamos educadores, esgotados de reinventar uma situação que deixa de ...